segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

I Was Here ( United Nations World Humanitarian Day )

I I Was Here
I want to leave my footprints
On the sands of time
Know there was something that
And something that I left behind
When I leave this world
I'll leave no regrets
Leave something to remember
So they won't forget

I was here
I lived, I loved
I was here
I did, I've done everything that I wanted
And it was more than I thought it would be
I will leave my mark so everyone will know
I was here

I want to say I'll live each day
Until I die
And know that I had something
In somebody's life
The hearts that I have touched
Will be the proof that I leave
That I made a difference
And this world will see

I was here
I lived, I loved
I was here
I did, I've done everything that I wanted
And it was more than I thought it would be
I will leave my mark so everyone will know

I was here
I lived, I loved
I was here
I did, I've done everything that I wanted
And it was more than I thought it would be
I will leave my mark so everyone will know
I was here

I just want them to know
That I gave my all
Did my best
Brought someone to happiness
Left this world a little better
Just because
I was here

I was here
I lived, I loved
I was here
I did, I've done everything that I wanted
And it was more than I thought it would be
I wanna leave my mark so everyone will know

I was here
I lived, I loved
I was here
I did, I've done
I was here
I lived, I loved
I was here
I did, I've done
I was here

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Nos EUA, é possível "alugar" uma namorada virtual

http://rentafriend.com/watch/presentation

Agora os mais solitários dos internautas podem alugar uma "namorada de Facebook" para mostrar aos "amigos". Por cinco dólares, vale tudo. 

Um site norte-americano oferece os "serviços" de diversas "namoradas" virtuais aos mais solitários dos internautas. Na era em que o Facebook domina todas as conversas, sejam elas online ou na "vida real", há quem esteja preocupado em arranjar companhia virtual, para esconder a solidão.  

No "Girlfriend Hire", existe de tudo um pouco: é possível "contratar" uma namorada falsa que troque mensagens, que dê dicas de moda, partilhe segredos femininos, envie cartões de parabéns pelo aniversário e até faça os trabalhos de casa. Os perfis de potenciais "namoradas" falsas multiplicam-se, assim como os pedidos, do mais normal (por exemplo: colocar no "status" do Facebook que se está num relacionamento) ao mais bizarro (pedir vídeos de mulheres sentadas no trânsito), de diversos homens e mulheres que procuram a ilusão de companhia online.

Por apenas cinco dólares, muitas raparigas prometem diversos "serviços" online no "Girlfriend Hire", como "cenas de fim de namoro em público no Facebook" ou "vídeos românticos" no Youtube. Vale tudo para mostrar ao mundo que não se está sozinho.

O website pertence a Cody Krecicki, um estudante de 22 anos, que disse, ao BuzzFeed, que desenhou o site para "criar um nicho para raparigas que estão na faculdade e precisam de fazer dinheiro enquanto estão ocupadas com as aulas". O criador do site, que foi criado há cerca de um mês, prevê um futuro auspicioso para o negócio, tendo em conta que "os rapazes têm tendência a tentarem parecer fixes em frente aos amigos".

Existem outros websites do género deste, que foi lançado o mês passado. O "Rent-a-Friend" é um deles e permite "alugar" um amigo para diversas ocasiões sociais. Ao contrário do Girlfriend Hire, o Rent-a-Friend é internacional e até já conta com alguns portugueses.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Descomplicando e revolucionando a caridade: conheça Scott Harrison

Fountation é uma série de entrevistas em vídeo feitas pelo investidor anjo Kevin Rose, buscando saber como nascem algumas ideias. Atualmente Kevin também é gerente de produtos na Google e possui larga experiência com startups. Ele tem seu dedo (e ações) em empresas como Foursquare, Twitter, Facebook, Zynga e Revision3 – o canal de televisão onde sua série é publicada antes do YouTube.

A série é bacana e tem entrevistado os nomes que se destacam em startups americanas. Já passaram por ela o criador do Twitter, do Instagram, do Second Life, do Ustream, entre outros. É um videocast de nicho, pra quem gosta especialmente de empreendedorismo digital. Kevin sabe entrevistar muito bem e é ótimo assistir os episódios – se você for um interessado no assunto.

http://www.charitywater.org/

Fiquei feliz de ver que o episódio mais recente é com o Scott Harrison, um cara que teve uma ideia fantástica, cuja comunicação dessa ideia é inspiração pra gente na Tks. Scott conta as histórias fantásticas da sua vida, desde uma adolescência difícil com problemas de saúde na família e a vida na igreja evangélica, até o início de uma vida adulta na noite de Nova York, com muita bebida e festas produzidas por ele. Tudo mudou quando ele se percebeu um grande egoísta, vivendo uma vida inútil e que precisava de mudança (palavras dele). Just like a beautiful gospel cliche ele volta a ter fé, mas deseja fazer isso sem hipocrisia. A partir de algumas experiências missionárias, ele cria o Charity Water, uma ONG que tem virado de cabeça pra baixo o modo como se arrecada fundos para uma grande necessidade humana (água potável, neste caso) e, até mesmo, revolucionado o conceito de caridade.

Scott está na capa da Relevant Magazine de Janeiro/Fevereiro (revista que este blogueiro AMA) e a entrevista com ele no Foundation é fantástica. Dá o play e não deixa de conferir também o episódio com o criador do Instagram, feito pouco antes da venda para o Facebook.

Grupos de entreajuda na procura de emprego

«Ajudar e ser ajudado é a equação central», explica o presidente do Instituto Padre António Vieira, promotor do projeto com a Cáritas Portuguesa.
Lisboa, 02 mai 2012 (Ecclesia) – Uma parceria entre o Instituto Padre António Vieira (IPAV) e a Cáritas Portuguesa vai permitir combater o desemprego em Portugal, através da criação de grupos de entreajuda social para a procura de oportunidades de trabalho.
Em texto publicado no dossier desta semana do Semanário Agência ECCLESIA, Rui Marques, presidente do IPAV, organismo ligado à Companhia de Jesus, sublinha que a implementação destes núcleos solidários, um pouco por todo o país, favorecerá também o “combate ao isolamento e ao risco de depressão” entre as pessoas que ficaram “sem lugar no mercado”.
“Uma das dimensões mais descuradas na problemática do desemprego é a sua dimensão psicológica”, aponta aquele responsável, baseando-se nos estudos da Organização Mundial de Saúde que mostram “uma correlação arrepiante” entre o aumento da taxa de desemprego e o número de suicídios.
Segundo os últimos dados avançados pelo Eurostat – gabinete de estatística da União Europeia, a taxa de desemprego em Portugal ronda hoje os 15,3 por cento e atinge por igual medida homens e mulheres, sobretudo jovens a partir dos 25 anos.
A partir da criação dos GEPE - Grupos de Entreajuda na Procura de Emprego – e dos GIAS – Grupos de InterAjuda Social, da Cáritas, a sociedade ganha um “modelo simples, barato e facilmente disseminável por todo o território”, realça Rui Marques.
Cada núcleo, constituído por cerca de “8 a 12 pessoas”, irá contar com a ajuda de “dois animadores voluntários”.
As reuniões, semanais ou quinzenais, vão possibilitar aos participantes a “partilha do trabalho de pesquisa de oportunidades de trabalho e a autoformação em competências relevantes para a empregabilidade”, adianta o presidente do IPAV.
Para aquele responsável, as vantagens para os membros de cada grupo serão “óbvias”, já que estar num GEPE significa “multiplicar por dez” as “redes de contactos” de cada pessoa.
“Ao partilhar contactos, informações, pistas de oportunidades, num registo solidário os membros de cada GEPE estão a construir soluções para si e para os outros”, salienta.
Por outro lado, “a noção de que se é útil e valioso, de que se pode ajudar quem está na mesma situação de desemprego, pode ser profundamente mobilizadora”.
“Ajudar e ser ajudado é a equação central. Também para quem está em dificuldades, ser solidário na tempestade é parte da solução”, conclui Rui Marques.
O projeto está em “acelerado alargamento”, um pouco “por todo o país”, por exemplo nas regiões de Lisboa e do Porto, com o apoio de instituições anfitriãs como a Junta de Freguesia de Campolide, a Fundação S. João de Deus, o Centro de Reflexão e Encontro Universitário Inácio de Loiola e as Escolas do Torno e do Prado.

Jennifer Connelly in charity: water Clean Water Africa PSA

Water Changes Everything.

Facebook Launches Organ Donation Program

sábado, 21 de abril de 2012

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Project Glass: One day...

A semana contínua de novidades da gigante da Internet terminou com um projeto que hoje está na "capa" de todas as publicações de tecnologia que se prezem: uns óculos que integram tecnologia de realidade aumentada. 

As capacidades do novo acessório são sugeridas num vídeo, em que se mostra, por exemplo, a possibilidade de conhecer a temperatura exterior quando se olha por uma janela, a troca de mensagens, informação de alternativas quando os transportes que costumamos usar não estão a funcionar. Os óculos funcionam por comandos de voz e incluem também uma câmara para tirar fotos e gravar vídeos. 

Embora tenha oficializado a existência do projeto, a Google ainda não avançou detalhes sobre a disponibilização para venda nem o seu custo. Com a divulgação pretende-se essencialmente recolher opiniões sobre a ideia, referiram os responsáveis pelo Project Glass, no post do Google+ onde o vídeo surgiu pela primeira vez.

Escolha de um Amigo

Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila.
Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.
A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos.
Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo. Deles não quero resposta, quero meu avesso.
Que me tragam dúvidas e angústias e aguentem o que há de pior em mim. Para isso, só sendo louco.
Quero os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças.
Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta.
Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria.
Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto.
Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade.
Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos.
Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça.
Não quero amigos adultos nem chatos. Quero-os metade infância e outra metade velhice!
Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto; e velhos, para que nunca tenham pressa.
Tenho amigos para saber quem eu sou. Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que "normalidade" é uma ilusão imbecil e estéril.


OSCAR WILDE


domingo, 1 de abril de 2012

Be the change

Change

Quanto mais puro for 1 coração

A Taste of TED2012

Audrey Hepburn

"Lembre-se que se algum dia você precisar de ajuda, você encontrará uma mão no final do seu braço. À medida que você envelhecer, você descobrirá que tem duas mãos - uma para ajudar a si mesmo, e outra pra ajudar aos outros." (Audrey Hepburn) "

Paulo Coelho

Evolution

A Arte de Ajudar o Outro a Aprender


Esse método foi tradicionalmente chamado de "maiêutica" – palavra que vem do termo grego que quer dizer "parteira". Para Sócrates o professor é, como se fosse, uma parteira para o conhecimento do aluno. Quem dá à luz (constrói?) o conhecimento, quem aprende, é o aluno – mas o professor ajuda, apoia, facilita.

No Teeteto [1], Sócrates explica a seu interlocutor que ele era filho de uma parteira, Fenarete, e que, como sua mãe, ele próprio é um parteiro. Sua mãe ajudava as mulheres a dar à luz seus filhos; ele ajuda os homens (no sentido genérico) a dar à luz suas idéias.

Sócrates leva a analogia adiante, explicando que as parteiras, em geral, são mulheres que já passaram, elas mesmas, da idade em que poderiam parir seus filhos – por isso ajudam as outras. De igual modo, ele, Sócrates, e aqui fala a modéstia, já teria passado da idade em que poderia dar à luz idéias próprias – ficando na posição de quem agora só pode ajudar os outros...

Mas ele aponta também um contraste importante entre sua função e a das parteiras:

“A tarefa das parteiras é importante – mas não tão importante quanto à minha; pois as mulheres não trazem ao mundo crianças verdadeiras numa hora, falsificadas noutra. Se o fizessem, a arte de diferenciar as crianças verdadeiras das falsificadas seria o ápice da arte da parteira. . . . A minha arte, conquanto em muitos aspectos semelhante à das parteiras, envolve cuidar da alma, não do corpo. O triunfo de minha arte está no exame exaustivo do pensamento que a mente de um jovem traz ao mundo para determinar se é um nascimento verdadeiro – ou um ídolo falso. Como as parteiras, sou estéril; e a crítica que me fazem – de que faço perguntas que não consigo, eu mesmo, responder – é muito justa. A razão disso é que os deuses me compelem a ser parteira – mas não me permitem parir. E, por isso, eu mesmo não sou sábio, nem tenho nada a mostrar que seja invenção ou descoberta de minha própria alma – mas aqueles que conversam comigo se beneficiam... É claro que não aprendem nada de mim; as muitas idéias que apresentam são geradas por eles próprios – eu só os ajudo a trazê-las ao mundo...” [2]

(Será que textos recentes sobre Construtivismo, que parecem sugerir que as raízes mais remotas desse movimento se reportam a Piaget, conseguiriam dar uma idéia mais precisa e sucinta de suas teses fundamentais do que esse parágrafo de Platão?)

É interessante que, segundo os relatos que Platão nos legou acerca de Sócrates, este não ia atrás de seus interlocutores, dizendo: "Venha aqui que eu tenho algo para lhe ensinar". Ele ficava esperando que as pessoas tivessem questões, perguntas, dúvidas e viessem até ele – daí ele procurava ajudá-las, à sua moda.

Digamos que (juntando pedaços de alguns diálogos socráticos), um jovem viesse até Sócrates e dissesse:

"Mestre, o que é a justiça? Quando é que agimos de forma justa?"

Sócrates nunca dava uma resposta direta à pergunta. Ele fazia outra pergunta ao seu interlocutor:

"O que você acha que é a justiça?"

O jovem tentava:

"Ser justo é fazer o que é certo".

"Ótimo", dizia Sócrates. "Mas o que quer dizer 'fazer o que é certo?'. Quando é que fazemos o que é certo, e quando é que fazemos o que é errado?"

O jovem tentava mais uma vez:

"Creio, Mestre, que faz o que é certo aquele que executa a vontade de Deus, aquilo que Deus manda, e faz o que é errado aquele que desobedece a Deus".

Sócrates continuava:

"Interessante sua resposta. Mas responda-me isso: Você acha que um curso de ação se torna certo porque Deus nos manda segui-lo, ou será que Deus nos manda segui-lo porque é o curso certo de ação?  O que você acha?"

E a conversa ia por aí em frente. Através de perguntas bem feitas, Sócrates ia ajudando seus interlocutores a dar à luz uma compreensão mais adequada do que significava ser justo e agir corretamente. Ele nunca dizia. Ele nunca ensinava. Ele ajudava o aluno a pensar por si só, a aprender, a se tornar um aprendente autônomo.

Sócrates não usava nenhuma tecnologia além de sua fala. Não seguia um currículo –  eram as questões dos alunos que lhe colocavam a pauta de suas conversas. Ele não tinha material didático – era contra materiais escritos (nunca escreveu nada – como Jesus Cristo também não). Não fazia prova para seus alunos, porque ao longo da conversa ele percebia que, ou o aluno tinha entendido (parido a idéia), ou a conversa (o trabalho de parto) não havia ainda terminado. Além disso, a conversa dele não tinha lugar numa escola, mas sim na praça.

Notem bem: um educador sem currículos, sem conteúdos predeterminados, sem materiais didáticos, que não ensinava, que não transmitia informações, que não avaliava se os alunos haviam assimilado o que ele tentara lhes transmitir, porque ele nada tentava lhes transmitir (no sentido em que usamos o termo). E que não usava nem a parca tecnologia da escrita já disponível então. E que era interativo e dialógico, e que ficava o mais próximo possível de seus alunos.

Saltemos no tempo para ressaltar que se afirma, hoje, que o computador é uma máquina interativa, que CD-ROMs nos trazem material didático interativo, etc. Mas algo, seja um equipamento, seja um material didático, só é interativo para quem está interessado em interagir, para quem valoriza o diálogo – o diálogo entre pessoas que se colocam num mesmo patamar, não o suposto diálogo entre quem sabe e quem não sabe, entre quem tem o conhecimento e quem o recebe passivamente.

No parto, a mãe faz todo o trabalho. É ela que é ativa. É ela quem trabalha (donde a expressão "trabalho de parto"). A parteira ajuda, apoia, auxilia, facilita. Na filosofia da educação socrática, quem deve trabalhar são os alunos, não o mestre-parteiro. Quem deve estar ativo e procurar construir seu próprio conhecimento são os alunos. São eles os protagonistas da história. O mestre-parteiro fica nos bastidores, apoiando, ajudando, facilitando, fazendo uma massagem motivatória, quando necessária ou recomendável, passando uma pomada quase milagrosa quando o cansaço nos dá cãibras e nos causa dor, incentivando aqui, desafiando ali, provocando acolá. Quando a educação é concebida assim não há problema de distância, porque ela se processa é na troca, na conversa, no diálogo.

Viver, é ajudar os outros a viver


Do Acampamento Dandara, no Brasil, onde numerosas famílias reconstroem as suas vidas, até Ilo, no Peru, onde empregadas domésticas se reúnem para partilharem as suas competências e experiências, este exemplar da "Carta" leva até vós um certo número de ações enraizadas em laços de amizade, de confiança e de fraternidade.


«Estes desejos das crianças… são um direito, não são um sonho.» É com estas palavras que o redator de um de artigo publicado num jornal que dava a palavra a crianças de todos os meios sociais conclui o seu texto. «Um direito e não um sonho». Não se trata duma coisa que se publique num decreto, é algo que se constrói a partir de laços de proximidade, de laços de amizade, de laços de compreensão, de confiança e de compaixão, e também de laços tecidos pela ação. É isto que exprimem os artigos desta “Carta”, de diversas maneiras e em contextos variados.

«Quando chove de noite, fico com o coração apertado e não durmo bem porque penso nas famílias dos bairros muito pobres.»

«Elas aprenderam a defender os seus próprios direitos; e elas comprometeram-se a defender os direitos de outras mulheres.»

«O povo está acordando. Nossa luta não será em vão.»

«A Brigitte (uma menina de 4 anos que sofre de paralisia cerebral) dá-me um belo exemplo de constância através da sua luta pela vida.»

«É uma comunidade que, apesar das situações problemáticas de muitos dos seus habitantes, consegue manter condições de convívio intercultural e mobilizar-se na construção do seu próprio futuro.»



Todas as reações que recebemos e que dizem respeito à Convenção Internacional dos Direitos da Criança (página 4) estão dentro do mesmo espírito. Embora falem de realidades graves, dolorosas e inaceitáveis, elas revelam a grandeza dos homens e das mulheres que vivem essas realidades, que as recusam, e que levam outras pessoas a recusá-las com eles. «Sem a solidariedade, nada é possível neste mundo; viver é ajudar os outros a viver.» E é com esta afirmação que numerosos jovens arrastam muitos outros para agirem todos em favor das crianças vivendo em condições difíceis.
Viver, é ajudar os outros a viver, é ter em si uma ambição que engloba toda a gente.
Huguette Redegeld
* * * * *
Este número da "Carta aos Amigos do Mundo" (clique aqui para a transferir) relata ações concretas realizadas no Brasil, no Peru e no Equador, assim como comentários enviados por correspondentes que lutam ao lado dos mais pobres na Costa do Marfim, na Itália, no Egipto, na República Democrática do Congo e noutros países.




Nos devemos ser a mudança

If you never Failed, You never Lived ...

Think different

Motivation

The Greatest Speech Ever Made - Charlie Chaplin

Aprender a ser Humano

KONY 2012