quarta-feira, 9 de maio de 2012

Nos EUA, é possível "alugar" uma namorada virtual

http://rentafriend.com/watch/presentation

Agora os mais solitários dos internautas podem alugar uma "namorada de Facebook" para mostrar aos "amigos". Por cinco dólares, vale tudo. 

Um site norte-americano oferece os "serviços" de diversas "namoradas" virtuais aos mais solitários dos internautas. Na era em que o Facebook domina todas as conversas, sejam elas online ou na "vida real", há quem esteja preocupado em arranjar companhia virtual, para esconder a solidão.  

No "Girlfriend Hire", existe de tudo um pouco: é possível "contratar" uma namorada falsa que troque mensagens, que dê dicas de moda, partilhe segredos femininos, envie cartões de parabéns pelo aniversário e até faça os trabalhos de casa. Os perfis de potenciais "namoradas" falsas multiplicam-se, assim como os pedidos, do mais normal (por exemplo: colocar no "status" do Facebook que se está num relacionamento) ao mais bizarro (pedir vídeos de mulheres sentadas no trânsito), de diversos homens e mulheres que procuram a ilusão de companhia online.

Por apenas cinco dólares, muitas raparigas prometem diversos "serviços" online no "Girlfriend Hire", como "cenas de fim de namoro em público no Facebook" ou "vídeos românticos" no Youtube. Vale tudo para mostrar ao mundo que não se está sozinho.

O website pertence a Cody Krecicki, um estudante de 22 anos, que disse, ao BuzzFeed, que desenhou o site para "criar um nicho para raparigas que estão na faculdade e precisam de fazer dinheiro enquanto estão ocupadas com as aulas". O criador do site, que foi criado há cerca de um mês, prevê um futuro auspicioso para o negócio, tendo em conta que "os rapazes têm tendência a tentarem parecer fixes em frente aos amigos".

Existem outros websites do género deste, que foi lançado o mês passado. O "Rent-a-Friend" é um deles e permite "alugar" um amigo para diversas ocasiões sociais. Ao contrário do Girlfriend Hire, o Rent-a-Friend é internacional e até já conta com alguns portugueses.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Descomplicando e revolucionando a caridade: conheça Scott Harrison

Fountation é uma série de entrevistas em vídeo feitas pelo investidor anjo Kevin Rose, buscando saber como nascem algumas ideias. Atualmente Kevin também é gerente de produtos na Google e possui larga experiência com startups. Ele tem seu dedo (e ações) em empresas como Foursquare, Twitter, Facebook, Zynga e Revision3 – o canal de televisão onde sua série é publicada antes do YouTube.

A série é bacana e tem entrevistado os nomes que se destacam em startups americanas. Já passaram por ela o criador do Twitter, do Instagram, do Second Life, do Ustream, entre outros. É um videocast de nicho, pra quem gosta especialmente de empreendedorismo digital. Kevin sabe entrevistar muito bem e é ótimo assistir os episódios – se você for um interessado no assunto.

http://www.charitywater.org/

Fiquei feliz de ver que o episódio mais recente é com o Scott Harrison, um cara que teve uma ideia fantástica, cuja comunicação dessa ideia é inspiração pra gente na Tks. Scott conta as histórias fantásticas da sua vida, desde uma adolescência difícil com problemas de saúde na família e a vida na igreja evangélica, até o início de uma vida adulta na noite de Nova York, com muita bebida e festas produzidas por ele. Tudo mudou quando ele se percebeu um grande egoísta, vivendo uma vida inútil e que precisava de mudança (palavras dele). Just like a beautiful gospel cliche ele volta a ter fé, mas deseja fazer isso sem hipocrisia. A partir de algumas experiências missionárias, ele cria o Charity Water, uma ONG que tem virado de cabeça pra baixo o modo como se arrecada fundos para uma grande necessidade humana (água potável, neste caso) e, até mesmo, revolucionado o conceito de caridade.

Scott está na capa da Relevant Magazine de Janeiro/Fevereiro (revista que este blogueiro AMA) e a entrevista com ele no Foundation é fantástica. Dá o play e não deixa de conferir também o episódio com o criador do Instagram, feito pouco antes da venda para o Facebook.

Grupos de entreajuda na procura de emprego

«Ajudar e ser ajudado é a equação central», explica o presidente do Instituto Padre António Vieira, promotor do projeto com a Cáritas Portuguesa.
Lisboa, 02 mai 2012 (Ecclesia) – Uma parceria entre o Instituto Padre António Vieira (IPAV) e a Cáritas Portuguesa vai permitir combater o desemprego em Portugal, através da criação de grupos de entreajuda social para a procura de oportunidades de trabalho.
Em texto publicado no dossier desta semana do Semanário Agência ECCLESIA, Rui Marques, presidente do IPAV, organismo ligado à Companhia de Jesus, sublinha que a implementação destes núcleos solidários, um pouco por todo o país, favorecerá também o “combate ao isolamento e ao risco de depressão” entre as pessoas que ficaram “sem lugar no mercado”.
“Uma das dimensões mais descuradas na problemática do desemprego é a sua dimensão psicológica”, aponta aquele responsável, baseando-se nos estudos da Organização Mundial de Saúde que mostram “uma correlação arrepiante” entre o aumento da taxa de desemprego e o número de suicídios.
Segundo os últimos dados avançados pelo Eurostat – gabinete de estatística da União Europeia, a taxa de desemprego em Portugal ronda hoje os 15,3 por cento e atinge por igual medida homens e mulheres, sobretudo jovens a partir dos 25 anos.
A partir da criação dos GEPE - Grupos de Entreajuda na Procura de Emprego – e dos GIAS – Grupos de InterAjuda Social, da Cáritas, a sociedade ganha um “modelo simples, barato e facilmente disseminável por todo o território”, realça Rui Marques.
Cada núcleo, constituído por cerca de “8 a 12 pessoas”, irá contar com a ajuda de “dois animadores voluntários”.
As reuniões, semanais ou quinzenais, vão possibilitar aos participantes a “partilha do trabalho de pesquisa de oportunidades de trabalho e a autoformação em competências relevantes para a empregabilidade”, adianta o presidente do IPAV.
Para aquele responsável, as vantagens para os membros de cada grupo serão “óbvias”, já que estar num GEPE significa “multiplicar por dez” as “redes de contactos” de cada pessoa.
“Ao partilhar contactos, informações, pistas de oportunidades, num registo solidário os membros de cada GEPE estão a construir soluções para si e para os outros”, salienta.
Por outro lado, “a noção de que se é útil e valioso, de que se pode ajudar quem está na mesma situação de desemprego, pode ser profundamente mobilizadora”.
“Ajudar e ser ajudado é a equação central. Também para quem está em dificuldades, ser solidário na tempestade é parte da solução”, conclui Rui Marques.
O projeto está em “acelerado alargamento”, um pouco “por todo o país”, por exemplo nas regiões de Lisboa e do Porto, com o apoio de instituições anfitriãs como a Junta de Freguesia de Campolide, a Fundação S. João de Deus, o Centro de Reflexão e Encontro Universitário Inácio de Loiola e as Escolas do Torno e do Prado.

Jennifer Connelly in charity: water Clean Water Africa PSA

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